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Companhia Dos à Deux

Companhia

História da companhia

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Artur Ribeiro e André Curti se conheceram em 1997, durante um festival em Paris, e decidiram começar juntos uma pesquisa teatral e coreográfica, tendo como inspiração o texto Esperando Godot , de Samuel Beckett.
Um ano mais tarde, nascia o primeiro trabalho em duo desta colaboração: Dos à deux, apresentado no Sax, em Achères. A partir de então, eles afirmaram uma identidade artística designada como teatro gestual. Refletindo sobre a maneira como o gesto pode nutrir a teatralidade, os artistas passaram a gerar uma escritura ao mesmo tempo coreográfica e dramática.
Dos à deux conta com uma divulgação internacional há seis anos, tendo sido apresentado mais de 300 vezes em teatros e festivais.

A segunda etapa do trabalho partiu do desejo de falar da loucura e do confinamento, além de levar adiante as pistas de pesquisa sobre a expressividade do movimento, os objetos e a musicalidade. Convidados por Madeleine Abassade em La Verrière, na região francesa de Yvelines, eles se lançaram em uma aventura que durou dois anos e meio, no âmbito de um instituto psiquiátrico. Uma imersão profunda que os levou a criar dois espetáculos – o primeiro com um grupo de pacientes e enfermeiros, em dezembro de 2000, e o segundo em duo, Aux Pieds de la lettre, que vem sendo apresentado desde dezembro de 2001, tendo percorrido mais de 15 países ao longo de suas 200 representações.

Durante a temporada 2003/04, a companhia efetuou um trabalho de pesquisa aberto a outros artistas – bailarino, ator, artista circense e músico. O trabalho resultou na criação de uma trajetória teatral e plástica, Les Cercles, construído a partir de um texto de Mateï Visneic (Le Cercle).

Na temporada 2004/05, a companhia iniciou uma nova criação e decidiu explorar o tema da migração.
Artur Ribeiro e André Curti escolheram o trabalho em trio para uma nova investigação teatral e gestual, reafirmando seu desejo de continuar um trabalho de pesquisa focalizado no gesto teatral, em uma partitura coreografada e na relação com o objeto como elemento cenográfico e como prolongamento do corpo. Uma série de residências organizadas em vários teatros franceses, durante mais de um ano, facilitou e favoreceu esta pesquisa.



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