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Companhia Dos à Deux

Saudade em Terras d’água

  • "Cia dos à deux, um gesto que se faz poético...nada se fala, mas tudo é cristalino..."

    Festival Europeo - 9 de junho de 2007

  • "...e por essa alquimia rara entre a força da musica e a presença incrivelmente expressiva de 3 atores, tudo é limpido." ...é uma mensagem eminentemente politica que celebra a coragem e a dignidade de pessoas simples. é bem mais do que " teatro", é um magistral hino ao coraçao ..."

    La Dépêche du Midi - França - 18 de maio de 2007

  • « ...altamente poético, esta história sem palavras maravilhosamente intepretado por atores que elevam a arte da representação teatral ao nivél da perfeição.... »

    Le midi libre - Paul ASTRUC - 17 de maio de 2007

  • "...Se pourrait-il qu’une fois le geste délesté de la parole, mais investi de sens et d’universalité, l’envol de l’imaginaire n’en soit que meilleur ?..." "... une invitation au voyage qui ne se refuse pas."

    À nous Lyon - 3 de março de 2007

  • "INTERPRETAÇÃO MAGISTRAL E REALIZAÇÃO EXEMPLAR"

    O GLOBO - CRÍTICAS - Barbara Heliodora - 3 de fevereiro de 2006

  • Um dos melhores espetáculos de 2005... uma viagem árdua e emocionante...

    Veja Sao Paulo - VEJA São Paulo - wanderley Sanches - 7 de dezembro de 2005

  • «magnificamente a parte... esse espetáculo visual, fábula atemporal humanista num universo estilizado e do gesto universal.Milagre de imagens inventivas..milagre também da gestual qui metamorfose o ato banal em ritual.Milagre de amor.."

    Le dauphiné Vaucluse - A. Morel - 28 de julho de 2005

  • "Uma criação que abraça a totalidade dos seres e das coisas e que ao mesmo tempo no toca no mais íntimo de nossa humanidade. Uma pura maravilha, saimos em estado de "graça"!"

    La Marseillaise - F.Pastergue - 25 de julho de 2005

  • "Longamente você guardará no espiríto as imagens desse trio..com uma criatividade e uma imaginação surpreendente, eles nos convidam a viagem, oniríca, emocionante, sempre sobre o fio entre risos e lágrimas, melancolia e prazer"

    La Provence - N. Van Egmond - 21 de julho de 2005

  • «Ce spectacle touche: par cette notion pure, assez inédite dans ses manifestations, d’un corps qui se meut et s’exprime exclusivement en songeant aux points de contact à son semblable. (...) force d’allégorie sur l’arrachement à son point d’ancrage premier et sur l’agragation des êtres dans la solitude de l’ailleurs.»

    L’Humanité - A Breidi - 11 de julho de 2005

  • "...que mágica inspiração anima Artur ribeiro e andré Curti para criar a cada vez, epopéias onde o homem é o centro de tudo. O tema do exilio é tratado sem meias linhas, evitando o memodrama. é a doçura e a violência da vida..."

    Sud Ouest - C.Bergès - 11 de abril de 2005

  • « L’habilité et la préparation physiques des acteurs leur permettent de mettre en œuvre des techniques variées avec une précision mathématique en y apportant une émotion intense qui décante en fines gouttelettes de sueur interprétatives... »

    Jornal do Brasil - Macksen Luiz le 16/08/02 - 16 de agosto de 2002

  • «La réussite tient à la valeur onirique des images, empreintes d’humour mais d’une souffrance poignante, souvent suggérée et, comme l’envers d’une même étoffe, d’une tendresse secrète.»

    L’Humanité hebdo - Jean Pierre Siméon - 20 de julho de 2002

  • «De la caractérisation des personnages à la mise en ambiance scénique, tout est recherche et raffinement. Ils explorent leurs innombrables ressources corporelles avec une maîtrise absolue. Le mime, la musique et le step défilent au travers de leurs corps, la danse n’apparaissant qu’en tant qu’élément de recherche supplémentaire.»

    O Globo - Brésil - abril de 2000

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